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Pesquisador da FMRP é reconhecido por estudos com alucinógenos e saúde mental

O portal Expertscape, que classifica pesquisadores e instituições baseado na experiência, reconheceu o pesquisador Rafael Guimarães do Santos da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP como especialista em estudos de saúde mental com alucinógenos.

“É gratificante, pois são 20 anos na área de pesquisa e esse reconhecimento é resultado principalmente dos últimos 10 anos, que foi um período de muita produção científica nesta linha de pesquisa”, revela. Ele ainda destaca a importância dos professores Jaime Hallack, Flávia de Lima Osório, Rafael Sanches e José Alexandre Crippa da FMRP, que são pioneiros nos estudos sobre saúde mental e alucinógenos na Unidade.

Rafael é graduado em Biologia pelo Centro Universitário de Brasília, é mestre em Psicologia pela Universidade de Brasília e doutor em Farmacologia pela Universitat Autònoma de Barcelona na Espanha. Além disso, realizou pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Neurociências do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da FMRP pesquisando os efeitos da ayahuasca em voluntários saudáveis em população clínica (depressão, ansiedade social) (2014-2018).

Atualmente, Rafael realiza pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental da FMRP com pesquisas sobre os efeitos da ayahuasca na depressão e no abuso de álcool por universitários e os efeitos da ibogaína em pacientes alcoólatras. Além de ser orientador e professor no Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental da FMRP.

Rafael possui mais de 100 publicações sobre alucinógenos e canabinoides, sendo mais de 60 dessas publicações sobre a ayahuasca. Atuou como pesquisador em 5 estudos experimentais em voluntários saudáveis e em 3 ensaios clínicos (depressão, ansiedade social) envolvendo a administração de ayahuasca. Participou de mais de 60 sessões experimentais envolvendo a administração de ayahuasca.

“Estudos indicam que as substâncias alucinógenas possuem potenciais terapêuticos, mas é importante deixar claro que ainda não são consideradas medicamentos para nenhum tratamento. Sendo assim, as pesquisas direcionadas para depressão, ansiedade e transtornos induzidos por substâncias são importantes por terem grande incidência no mundo e para melhorar a qualidade de vida dos pacientes ao tratamento”, completa Rafael.

Confira o ranking do pesquisador: