Prof. Marco A. Barbieri (FMRP-USP), em entrevista, explica os riscos de cesarianas desnecessárias

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Professor do departamento de Puericultura e Pediatria da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, Marco Antonio Barbieri concede entrevista exclusiva à Revista Pesquisa FAPESP que publicou, em sua última edição, matéria especial sobre os riscos de cesarianas desnecessárias. Confira, a seguir.

No início de janeiro o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar, que regula os planos de saúde privados no país, publicaram uma resolução com o objetivo de reduzir o número de partos cirúrgicos (cesarianas) considerados desnecessários. As medidas, que devem começar a valer no segundo semestre, exigirão que os médicos justifiquem de maneira mais rigorosa e detalhada os motivos que levaram à escolha da cirurgia para o nascimento da criança. Caso contrário podem deixar de receber pelo trabalho. É um esforço, considerado apenas paliativo por uma parte dos médicos, para tentar diminuir os índices absurdamente elevados de partos cirúrgicos feitos no Brasil – em especial no setor privado de saúde – e uma de suas prováveis consequências: o nascimento de crianças que ainda não alcançaram maturidade biológica.

Cesarianas desnecessárias podem prejudicar a saúde dos bebês

Os índices de partos cirúrgicos vêm crescendo no Brasil desde 1970 e hoje representam mais da metade dos partos. No início deste ano, o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar publicaram uma resolução para reduzir o número de cesarianas desnecessárias. As medidas exigem que os médicos justifiquem de maneira mais rigorosa os motivos que os levaram a optar pela cirurgia. Em entrevista ao Pesquisa Brasil, o pediatra Marco Antonio Barbieri, da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, explica quais são os riscos que uma cesariana desnecessária pode trazer à saúde dos bebês. Barbieri coletou dados sobre o parto e a saúde dos 6,7 mil bebês que nasceram em Ribeirão Preto em 1978 e os comparou com os dados de 2,9 mil crianças nascidas em 1994.

Acesse a matéria completa da Revista Pesquisa FAPESP  AQUI

Referência: Portal de Informações da USP – Por: Alice Giraldi e Ricardo Zorzetto, Pesquisa FAPESP

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