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HISTÓRICO DA COMISSÃO DE PESQUISA A criação da Comissão de Pesquisa, nesta Faculdade, foi aprovada pela Congregação em 17 de abril de 1998. Através da Portaria D. Nº 030/98, o Senhor Diretor designou que os Professores Doutores: Roy Edward Larson (Presidente), Norma Tiraboschi Foss (Vice-Presidente), João Pereira Leite, Ricardo Guelerman Pinheiro Ramos, Fernando de Queiroz Cunha e Antonio Carlos Pereira Martins e o Pós-Graduando Victor Evangelista de Faria Ferraz, integrassem a Comissão “Pró-Tempore” de Pesquisa desta Faculdade, que aos 23 de setembro de 1998, foi empossada. Com a alteração do Regimento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, através da Resolução Nº 4677, de 24 de junho de 1999, que incluía a Comissão de Pesquisa no artigo 4º do Regimento da FMRP, deixando de ser “Pró-Tempore” e, assim, Comissão de Pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade, tendo como Membros Titulares, os Professores Doutores: Roy Edward Larson (Presidente), Norma Tiraboschi Foss (Vice-Presidente), Fernando de Queiroz Cunha, Célio Lopes Silva e João Pereira Leite, tomando posse, aos 03 de setembro de 1999. A Comissão de Pesquisa foi recomposta em 25 de setembro de 2007, por decisão da Congregação desta Faculdade, em sua 734ª Sessão Ordinária, assim constituída e empossada em 18 de outubro de 2007, com mandato até 17 de outubro de 2009: Membros Titulares: Professores Doutores: João Pereira Leite (Presidente), Fernando de Queiroz Cunha (Vice-Presidente), Luiz Gonzaga Tone, João Santana da Silva e Maria Cristina Roque Antunes Barreira; Membros Suplentes: Professores Doutores: Rui Alberto Ferriani, Paulo Roberto Barbosa Évora, Eduardo Barbosa Coelho, Júlio Sérgio Marchini e Wamberto Antonio Varanda. A representação Discente tem mandato de 16 de outubro de 2007 com mandato até 15 de outubro de 2008, sendo Membro Titular: Pós-Graduando Marcus Vinícius Santos dos Passos e Membro Suplente: Pós-Graduando Marcelo Jordão Lopes da Silva. A Comissão de Pesquisa está empenhada nas atividades que envolvem: Estímulo à Pesquisa na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto: No âmbito dos projetos institucionais, a atual Comissão de Pesquisa da FMRP tem iniciado várias ações para a implementação de um plano de estratégico para melhoria da infra-estrutura de pesquisa no âmbito da FMRP, do Hospital das Clínicas da FMRP e do próprio Campus da USP de Ribeirão Preto. Assim, por ocasião do lançamento dos editais de apoio `a infra-estrutura de pesquisa (Editais FINEP, por exemplo), a Comissão de Pesquisa promove reuniões com os demais membros das CPs do Campus de Ribeirão Preto para discussão das necessidades e gargalos institucionais para o desenvolvimento de pesquisa em determinadas áreas. Da mesma forma, a CP reúne-se com professores que desenvolvem pesquisas clínicas e também são discutidas as necessidades e prioridades para infra-estrutura de pesquisa no âmbito do Hospital das Clínicas da FMRP.
A Comissão de Pesquisa tem buscado ainda montar um banco de dados sobre a produção científica de nossa Unidade para que possam ser apresentados por ocasião da submissão de projetos. Quando concluída a etapa de informatização deste banco de dados, será possível ainda realizar consultas sobre vários aspectos da pesquisa na FMRP, que poderão ser úteis no planejamento estratégico da pesquisa no âmbito da nossa unidade, como a indução de projetos com pesquisadores que desenvolvem projetos em áreas afins. A Comissão de Pesquisa tem estimulado o estabelecimento de infra-estrutura de pesquisa de uso comum (“facilities”). Neste sentido, elaborou o regimento e fará a seleção e acompanhamento dos grupos de pesquisa que ocuparão 5 laboratórios multiusuários que estão em fase final de implementação. Estes laboratórios estão localizados no andar térreo do novo prédio do Departamento de Cirurgia e Anatomia destinado `a pesquisa experimental. Desde o ano de 2000, com a aprovação de 05 novos cursos para a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, a rotina da Comissão de Pesquisa aumentou consideravelmente, tendo em vista a contratação de 82 docentes e o acréscimo do número de acadêmicos. No ano de 2002 foi criada a Comissão de Ética em Experimentação Animal, que está vinculada à Comissão de Pesquisa. Entre as competências da Comissão de Pesquisa, destacam-se ainda: Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica – PIBIC: a participação dos estudantes no PIBIC vem aumentando numa progressão contínua. Evidências demonstram que o PIBIC contribui significativamente para redução do tempo de titulação (Mestrado e Doutorado), reforça e aperfeiçoa o ensino de graduação, pelo estímulo proporcionado aos bolsistas e orientadores, assim como consolida mecanismos externos de avaliação junto aos órgãos de fomento e grupos de pesquisa. Da mesma forma, estimula os Pós-Doutorandos / Jovens Pesquisadores a iniciar o exercício da orientação. Nos últimos 05 (cinco) anos houve um acréscimo de 263% nas inscrições. Com a demanda crescente nas solicitações das bolsas, anteriormente concedidas apenas pelo CNPq, a Pró-Reitoria de Pesquisa, nos dois últimos anos, incrementou novas concessões, através da Reitoria (RUSP) e convênio estabelecido com o Banco Santander, aumentando assim o número de bolsas concedidas, seguindo os moldes da resolução normativa do CNPq; Simpósio Internacional de Iniciação Científica da Universidade de São Paulo – SIICUSP: tem por objetivo divulgar resultados de projetos científicos desenvolvidos por alunos de diferentes cursos de graduação de Instituições de Ensino Superior Públicas e Privadas, que tiveram a orientação de pesquisadores de projeção nacional e internacional. Esse evento recebe, ainda, alunos da Rutgers University e da Ohio University. Neste último evento, contou-se com a presença da Universidade do Porto. O crescimento desse evento internacional foi da ordem de 154% nos últimos 05 (cinco) anos. O 1º SIICUSP contou com 393 inscrições e, o último evento, o 15º SIICUSP (2007), com 4.112 inscritos. Salientamos, ainda que dentre todas as áreas, Agropecuária, Exatas, Humanas, a área de Biológicas foi a que mais cresceu, saltando assustadoramente de 121 trabalhos inscritos no primeiro evento a 1.314, no último; Programa de Pós-Doutorado: desde a descentralização das atividades de cadastramento dos pós-doutorando, por parte da Pró-Reitoria de Pesquisa, tais atividades passaram a ser executadas na Unidade. A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP possui, atualmente, 52 pós-doutorandos cadastrados, em atividade, sendo que outros 108 pesquisadores já concluíram o programa; Análise de solicitação de Projetos encaminhados à FAPESP: a nova rotina de análise dos projetos encaminhados à FAPESP para concessão de auxílio e/ou bolsas de IC, ME DO ou PD, assim como projetos temáticos ou individuais, foi implementada no sentido de compartilhar entre o Diretor, a Comissão de Pesquisa, o chefe de departamento e o pesquisador responsável pelo projeto, a responsabilidade de garantir a viabilidade da solicitação, considerando a infra-estrutura disponibilizada ao pesquisador solicitante. Se, por um lado, esse procedimento permitiu que a Unidade pudesse captar recursos, possibilitando maior transparência, por outro lado, incrementou o volume de atividades junto à Secretaria, obrigando a Comissão de Pesquisa buscar desenvolver um banco de dados que permite a organização/armazenamento de informações valiosas da Unidade. Divulgações recentes comprovam que, em 2008, a USP receberá R$13,5 milhões de Reserva Técnica-FAPESP para infra-estrutura, o que representa 45,7% do total concedido pela FAPESP (cerca de R$ 29,7 milhões). Destaque-se que, esta Faculdade receberá da FAPESP R$ 2,2 milhões o que representa aproximadamente 7,4% do total dos recursos concedidos pela FAPESP; Programa de Contratação de Técnicos de Nível Superior (PROCONTES): É um programa que visa atender reivindicações de pesquisadores para absorção de técnicos de nível superior para suporte à pesquisa. Apesar dos técnicos estarem lotados na Pró-Reitoria de Pesquisa da USP, toda a tramitação e encaminhamento fica sob a responsabilidade da Comissão de Pesquisa. Os contratos são regidos pela CLT, por um período que não exceda ao financiamento do projeto. Após a alocação do técnico a um Projeto, o desenvolvimento será avaliado bianualmente pela mesma Comissão de alocação. Esta avaliação levará em consideração o andamento do Projeto e o desempenho do técnico. Decorridos quatro anos desde o seu início, o programa conta agora com mais de 100 contratos de trabalho de técnicos de nível superior apoiando o desenvolvimento de projetos de grupos de pesquisa financiados por agências de fomento. A conclusão desses projetos libera claros a que podem concorrer outros grupos. A partir do ano de 2003, o programa será lançado semestralmente, e para este semestre serão aprovadas 10 solicitações, que serão liberadas na medida em que os projetos forem se encerrando.
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