A Unidade de Transplante de Fígado do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto contabilizou a marca de 400 transplantes realizados

equipe prof Orlando

A Unidade de Transplante de Fígado do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto contabilizou, no dia 8 de fevereiro, a marca de quatrocentos transplantes realizados. Para o professor e coordenador da Unidade de Transplantes de Fígado Orlando de Castro e Silva Júnior “comemorar 400 transplantes significa uma luta vencida diariamente, iniciada em primeiro de maio de 2001 com o transplante número um, realizado por sua equipe  organizada e dedicada que conta com a colaboração da administração do Hospital e da Faculdade de Medicina que  auxilia com os recursos e suporte necessários”.

Os procedimentos são realizados pela equipe Integrada de Transplante de Fígado do HC, que realiza, em média 40 transplantes de fígado por ano, sendo que a recuperação demora em torno de 30 dias, com sobrevida de 70%. Para 2018, a meta da equipe é realizar 60 transplantes.

Uma nova chance para José

José Carlos Miranda é o paciente de número 400, que teve a oportunidade de ser transplantado aos 65 anos de idade. Diagnosticado com cirrose hepática, causada pela dependência de medicamentos, ficou em tratamento por seis anos à espera por um novo órgão, quando a doença evoluiu com o surgimento de dois nódulos no fígado. “Foram momentos muito difíceis porque eu tive que mudar os meus hábitos, passei a ter muitas limitações, constantemente ficava cansado com os pés e as pernas inchada, não tinha disposição nenhuma pra sair de casa”, relata.

José Carlos já tinha perdido a esperança, quando de repente no dia aniversário de sua esposa o telefone tocou e do outro lado da linha uma funcionária do HC comunicou que ele tinha sido convocado para cirurgia, porque havia sido encontrado um fígado compatível. Foi uma festa e toda a minha família ficou eufórica na expectativa da minha internação. José Carlos foi submetido à cirurgia de transplante de fígado no dia 8 de fevereiro de 2018. “Foi um dia emocionante de muita alegria. Tive apoio total da minha família que vivia de esperança”, afirma.

“Hoje estou muito bem, além de agradecer a todos os profissionais da Unidade de Transplante Fígado, quero agradecer a família do doador que no momento de uma decisão difícil eles autorizaram a captação dos órgãos, com isso, salvou minha vida. Hoje eu posso dizer que renasci.”

Referência: Assessoria de Comunicação HCFMRP-USP

 

 

 

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